Com um investimento de R$ 1,3 milhão, o evento contou com mais de dois mil inscritos, que participaram de cerca de 200 horas de conferências e apresentações. No total, foram realizadas 438 palestras, seis cursos pré-congresso, quatro eventos paralelos, cinco simpósios, 72 conferências magnas e 16 módulos envolvendo todos os tipos de câncer. No total, foram trazidos 298 convidados nacionais e 36 internacionais ao evento.
Considerado o maior evento científico sobre o câncer da América Latina, o CONCAN bateu recorde também no número de trabalhos inscritos, 753 estudos científicos nacionais e internacionais inscritos. Desses, o estudo "Adesão ao rastreamento mamográfico centralizado em um programa de saúde da mama no Sul do Brasil" foi o grande vencedor.
O mastologista gaúcho Ademar Bedin Júnior, do Hospital Moinhos de Vento e diretor técnico do Instituto da Mama do Rio Grande do Sul, foi o vencedor do prêmio João Sampaio Góes Júnior.
Entre as duas menções honrosas entregues, o CONCAN serviu para descobrir o potencial para novos pesquisadores brasileiro, como o trabalho desenvolvido pela acadêmica de Medicina Carolina Silva Passos Cabral, que apresentou o tema "Presença de Epstein-Barr Vírus em Material Biopsiado de Pacientes com Carcinoma de Nasofaringe".
Segundo a presidente da comissão de temas livres do CONCAN, Rosane Johnnson, os trabalhos premiados foram escolhidos devido ao pioneirismo e, principalmente, pelo cunho social e oncológico. "Buscamos premiar os trabalhos que já trouxeram benefícios para a sociedade e que ainda vão apresentar novas conquistas, principalmente na questão do diagnóstico precoce".
Informou StampaNews